1. Em Apocalipse 22 vemos um rio que flui do trono de Deus e do Cordeiro para suprir o povo de Deus. Isso nos mostra que a autoridade do Senhor existe para pastorear o Seu povo, cuidar dele e suprir as suas necessidades. Essa é a maneira de Deus reinar (Ap 22:1-2).
2. Enquanto se preparavam para o encontro com Faraó, José orientou os irmãos a informar que eram pastores de rebanhos. Os egípcios tinham aversão cultural a essa atividade; ainda assim, os filhos de Jacó não esconderam nem distorceram a verdade sobre o que faziam. O Senhor queria fortalecê-los naquela terra e abriu caminho para que Faraó os recebesse, e ainda os encarregasse de cuidar de seus rebanhos (Gn 46:32-34; 47:3-6).
3. A primogenitura envolve três privilégios: a realeza, o sacerdócio e a porção dobrada da herança. No entanto, entre os filhos de Israel, a bênção foi distribuída: José recebeu a porção dobrada da terra, Levi recebeu o sacerdócio, mas o aspecto mais importante foi para Judá: a realeza e o direito de participar da linhagem de Cristo. Não podemos desprezar nem renunciar ao direito de primogenitura (Gn 49:10).
4. “No direito de primogenitura, está a bênção do Senhor. Ao exercê-lo, herdamos, sobretudo, a bênção concedida por Deus a Abraão. Fomos abençoados com Abraão e, por onde passamos, também levamos a bênção para alcançar as famílias da terra” (Gn 12:2-3) (Alimento Diário, livro 9, semana 2, sábado, pág. 36).
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