1. Faraó representa o príncipe deste mundo, que tenta escravizar as pessoas. Elas não percebem, mas até mesmo as mais bem-sucedidas são escravas. Sejam ricos ou pobres, todos vivem sob a submissão ao príncipe deste mundo (Êx 5:2-14; 1 Jo 5:19).
2. Deus já havia predito a Abraão que sua descendência seria peregrina e escrava em terra alheia por 430 anos, mas também prometeu que os libertaria e eles sairiam com grandes riquezas (Gn 15:13; Êx 12:40; Gl 3:16-17; At 7:6).
3. O Senhor instituiu uma lei para a proteção dos pobres, a fim de evitar a escravidão perpétua. Era o ano do Jubileu, no qual todas as dívidas eram perdoadas, e os escravizados por dívida eram libertos. Essa lei mostra que, ao contrário do mundo, que busca nos escravizar, Deus é um Libertador (Lv 25:8-35).
4. “Sem a água da palavra não vivemos. O inimigo quer cortar o suprimento da palavra entulhando nosso poço. Com o passar do tempo, se não nos renovarmos, ficaremos com nosso coração entulhado. Precisamos cuidar de nosso coração, servindo ao Senhor!” (Ef 5:26; Jo 4:14; 7:37-38) (Alimento Diário, livro 9, semana 3, sábado, pág. 52).
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