1. Assim como Moisés, podemos estar dependentes de um bordão próprio como apoio. Isso pode simbolizar como dependemos de nossa capacidade, dinheiro, trabalho etc. No entanto Deus quer que lancemos esse bordão fora e tomemos o Seu, símbolo de Sua autoridade e nossa dependência Dele. Não confiemos na carne, mas nos apoiemos no bordão do Senhor! (Êx 8:5-6; 4:1-5, 20).
2. Com Sua morte, ressurreição e ascensão, Cristo recebeu toda a autoridade nos céus e na terra para realizar a vontade do Pai. Ele recebeu o bordão do Pai e o entregou à igreja para que hoje percorramos a terra carregando Seu nome. Por meio do bordão da autoridade divina, podemos pregar o evangelho e edificar Sua casa (Mt 28:18-19; 2 Co 10:8; 13:10).
3. Como os magos do Egito não conseguiram remover as rãs da segunda praga, Faraó pediu a Moisés e Arão que o Senhor as removesse. Moisés pediu que Faraó indicasse o dia, e Deus fez conforme a palavra de Moisés. Isso nos mostra que o Senhor é fiel conosco e cumpre o compromisso que assumimos ao agir em Seu nome (Êx 8:10, 13).
4. “José, na verdade, prefigurava o Senhor Jesus, tanto em Seus sofrimentos como nos aspectos de cuidar de pessoas e exercer autoridade. Tudo o que ocorreu com José e com o Senhor Jesus visou ao cumprimento da vontade de Deus na terra. Que nossa vida também vise unicamente a que a vontade de Deus seja feita na terra” (Gn 41:53-57; Jo 6:50-51; At 5:31). (Alimento Diário, Livro 12, Semana 3, quinta-feira, pág. 48)
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