1. A sabedoria de Deus, que é Cristo, está sempre acompanhada da prudência. A sabedoria é usada para criar; a prudência, para executar. As duas andam juntas. A prudência vem com conhecimento e conselhos. Deus é Seu próprio conselheiro, e Cristo é tanto a sabedoria como a prudência de Deus, para o cumprimento da Sua vontade (Pv 8:12; Is 9:6; Ef 1:8).
2. Na criação, Cristo foi o arquiteto do Pai, propondo todas as coisas conforme o Seu desejo. Nota- se que o homem já fazia parte do plano eterno de Deus. Embora completo e perfeito em Si mesmo, Deus, em Sua misericórdia, quis criar o homem para que ele também participasse desse propósito. Somos bem-aventurados! Não fomos criados por acaso — já estávamos incluídos no beneplácito do Pai (Pv 8:30-31).
3. Cristo é a própria Palavra. O Espírito de Deus, que pairava sobre a face do abismo, só entrou em ação quando Deus falou — era necessária a voz de comando para que o Espírito executasse a obra com poder. Cristo é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação. Ele realizou a eterna redenção, morreu em nosso lugar e foi ressuscitado por Deus (Jo 1:1-2; Cl 1:15).
4. “Todas as igrejas podem ser emancipadas! Imagine o poder que as igrejas terão quando deixarem o Espírito operar esses milagres em suas cidades. As igrejas têm um potencial muito grande nas mãos do Senhor. Por isso nós, tanto individualmente, quanto como igreja, temos muito potencial; não nos escondamos atrás de desculpas” (2 Pe 1:1) (Alimento Diário, livro 3, semana 2, quarta-feira, pág. 27).
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