1. Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança e o colocou no Éden. No centro do jardim, estava a árvore da vida. O desejo de Deus era que o homem escolhesse comer dessa árvore, que representa o próprio Deus como vida. Ao comer dela, o homem receberia a vida divina; Deus entraria em seu espírito para habitar nele e capacitá-lo a viver segundo a Sua vontade (Gn 1:26-27; 2:9).
2. No entanto Satanás, o adversário de Deus, antecipou-se e enganou o homem, levando Eva a comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, da qual Deus havia ordenado que não comessem. Essa árvore representava um engano, pois prometia um discernimento falso sobre o bem e o mal. Sua verdadeira intenção era afastar o homem de Deus (Gn 3:1-5; 2 Co 11:3).
3. A partir disso, o homem passou a considerar que não precisava mais de Deus como a vida, pois poderia agir segundo o próprio entendimento e capacidade. Ao conhecer o bem e o mal, o homem passou a pensar que era capaz de praticar o bem por si mesmo e, assim, agradar a Deus (Sl 14:1-3).
4. “Caim, porém, uma vez expulso da presença do Senhor, teve de fundar uma civilização totalmente destituída de Deus, substituindo aquilo que Deus antes proporcionava no jardim do Éden e que o homem perdera. Ele precisou edificar uma cidade com muros para sua proteção, uma fortaleza para se defender. Teve de prover seu próprio sustento e inventar divertimentos para ter alegria” (Gn 4:11-16) (Alimento Diário, liro 4, semana 3, terça-feira, pág.42).
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