1. Deus deixou claro que há profetas entre Seu povo, os quais Ele usa para cumprir Seus propósitos. No entanto Moisés era o oráculo do Senhor, Seu porta-voz, a quem foi concedida autoridade para exercer essa função. Falar mal do profeta autorizado por Deus para falar em Seu nome ou caluniá-lo é, na verdade, falar contra o próprio Senhor. Por isso, devemos tratar com seriedade qualquer sinal de rebelião em nosso coração — seja insatisfação, busca por reconhecimento ou ambição por posição na igreja (Nm 12:10-11).
2. Um exemplo positivo de alguém que reconhecia a autoridade foi Davi. Embora Deus tenha rejeitado Saul como rei por não obedecer à Sua palavra de comando de destruir por completo Amaleque, Davi não ousou fazer mal ao rei por ser ele ungido do Senhor. Amaleque representa nossa carne — a natureza humana inclinada ao pecado. Deus deseja que ela seja completamente aniquilada, sem deixar nada vivo (1Sm 15:1-3, 8-9, 22-26; 24:1-22; 26:1-16).
3. A igreja é a fortaleza de Sião, que luta pelo reino de Cristo! Nós somos essa fortaleza. Precisamos lutar bravamente para que o Senhor forme um exército com os adolescentes, os capitães e os intendentes. Hoje recebemos um reforço: os valentes de Davi. Nós, na fortaleza de Davi, lutaremos pelo reino, para que Cristo volte a governar a terra — começando por nós. Chega do governo da consciência e dos homens! Cristo precisa governar, primeiramente, na igreja — na fortaleza (2 Sm 5:6-10).
4. “Sejamos combatentes, sem ambição por posição na igreja, que anelam ser úteis a Deus. O Senhor nos convocou para desfrutar gratuitamente Dele. […] Assim constituímo-nos da verdade e nos tornamos cada vez mais obedientes a Cristo, servindo não por nossa capacidade ou pensamentos, mas no Espírito (Is 55:1-3, 8-11)” (Alimento Diário, livro 1, semana 2, domingo, pág. 37).
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