1. O processo da salvação de Deus para nós é a nova aliança. Cristo morreu na cruz, e fomos crucificados com Ele. Com Ele morreu aquilo que nos escravizava: nosso velho homem. A cruz é uma libertação para nós! Não é algo feio ou triste, mas é a proclamação de nossa libertação (Rm 6:6; Lc 22:19-20).
2. Com a morte do velho homem, somos libertos! A cruz é uma libertação. Enquanto não nos desvencilharmos do velho homem no serviço ao Senhor, estaremos sempre querendo ajudar a Deus com nossa capacidade. Só é possível nos libertarmos tomando para nós a realidade da cruz de Cristo, vivendo na ressurreição, em novidade de vida, totalmente livres do velho homem (Gl 1:4).
3. Se a justiça viesse pela capacidade de praticar a lei, não seria necessário que Cristo viesse. O velho homem pensa que pode justificar-se fazendo o bem, ou seja, que, ao fazer o bem, conseguirá agradar a Deus. Mas ainda está na árvore do conhecimento do bem e do mal. Precisamos libertar-nos e viver na outra árvore: a árvore da vida (Gl 2:21).
4. “Para aqueles que amam a vinda do Senhor, quando Ele voltar, haverá as bodas do Cordeiro. Precisamos estar preparados para esse dia, sendo obedientes e praticando as ferramentas que Ele nos tem dado na igreja. Quando esse dia chegar, será dado a nós vestir-nos de linho finíssimo, resplandecente e puro. Que linho é esse? A própria veste bordada: ‘Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos’ (Ap 19:8b)” (Alimento Diário, livro 3, semana 2, quarta-feira, pág. 27).
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