1. Esaú, filho primogênito de Isaque, estava faminto e vendeu o seu direito de primogenitura a seu irmão Jacó por um prato de lentilhas. Jacó aproveitou-se disso para obter esse direito. Esaú comeu e bebeu, levantou-se e saiu como se nada tivesse acontecido. Assim, tratou esse direito de maneira leviana e desprezou a primogenitura (Gn 25:27-34).
2. Será que nós também venderemos o nosso direito de primogenitura por algo que considerarmos atraente? Se alguém nos oferece algo que desperta o nosso interesse, será que cedemos facilmente e trocamos a oportunidade de reinar com o Senhor por meros caprichos ou prazeres transitórios do mundo? (Hb 11:24-26).
3. O direito de primogenitura é algo extremamente precioso em nossa vida. Não queremos perder a bênção do Senhor por nada, nem renunciar ao cumprimento das promessas de Deus. Não vendamos o direito de primogenitura por coisa alguma (Hb 12:16).
4. “Hoje estamos na undécima hora, e Deus está chamando você para completar essa obra! Nessa última hora, não é requerido dos trabalhadores um diploma em teologia ou educação religiosa formal. Todos os que amam a vinda do Senhor e querem lutar pelo reino de Deus podem participar” (Alimento Diário, livro 5, semana 2, sexta-feira, pág.32).
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