1. Para tirar o povo de Israel do Egito e conduzi-lo a Canaã, Deus precisava levantar um líder que não fosse apenas humanamente habilidoso, mas que conhecesse a Deus e Lhe obedecesse. Esse é o perfil de líder que o Senhor busca. Assim, após quarenta anos no deserto, sendo despojado de sua autoconfiança, Moisés compreendeu que havia sido escolhido para libertar o povo do Egito (At 7:35; Êx 3:10).
2. Embora Moisés tenha sido usado por Deus como instrumento para libertar Seu povo, o poder não estava nele. Somos instrumentos nas mãos do Senhor, mas, por nós mesmos, não podemos realizar Sua obra. Quando, porém, Ele nos envia, tudo muda, pois nos concede autoridade e poder, visto que contamos com a assistência de Cristo (At 7:34-36; Êx 3:12).
3. O final da vida de Moisés foi marcado por profunda confiança em Deus. Ele não confiou na própria capacidade, mas na fidelidade do Senhor e na identidade que tinha com Ele. Da mesma maneira, para que sejamos úteis a Deus, precisamos confiar plenamente Nele, sem nos apoiar na capacidade própria. Assim como Moisés, também precisamos ser identificados com Aquele que nos envia (Dt 34:7).
4. “Assim, Jesus satisfez as exigências da justiça de Deus, pois Ele se tornou justiça por nós, porquanto derramou Seu sangue, significando que houve morte e que o preço foi pago. Satisfez também a demanda da santidade de Deus. E, por fim, Ele atendeu à exigência da glória de Deus. Agora, o caminho para a árvore da vida está reaberto para mim e para você” (Jo 3:16). (Alimento Diário, livro 11, semana 1, quinta-feira, pág. 13)
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