1. Os principados e potestades mantêm domínio sobre a humanidade e atuam, a exemplo das moscas, em todo lugar: na economia, na política e na educação, com o objetivo de levar a humanidade a rebelar-se contra Deus. Todavia, o Senhor nos libertou desse reino das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor! (Sl 2:1-3; Mt 12:26; Cl 1:13).
2. Faraó propôs que o povo servisse a Deus, mas no Egito. Moisés recusou a proposta, pois é impossível servir ao Senhor sem sair do mundo. Conforme vemos em 1 João 2:15: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele”. O que há no mundo não procede do Pai, e devemos manter distância dele (1 Jo 2:15-16; 5:19; Êx 8:25-26).
3. Moisés mencionou ter de caminhar três dias pelo deserto para oferecer sacrifícios ao Senhor. Esses três dias representam a distância segura entre o povo de Deus e o mundo. Isso simboliza a morte e a ressurreição de Cristo, que nos separou definitivamente do mundo e nos libertou para servir ao Senhor (Êx 8:27; Gl 6:14; Rm 6:4-5).
4. “Devemos ter o mesmo coração de Davi: ‘E ele os apascentou consoante a integridade do seu coração e os dirigiu com mãos precavidas’ (Sl 78:72). Devemos sempre manter íntegro nosso coração e nunca nos ensoberbecer, nunca achar que somos melhores ou superiores” (Alimento Diário, Livro 12, Semana 3, domingo, pág. 55).
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