1. Judá, filho de Jacó, experimentou uma virada significativa na própria vida e na execução da vontade de Deus. Essa mudança nos revela como a tribo de Judá veio a se tornar a tribo da realeza, da qual descendeu o Cristo, o Leão da tribo de Judá (Gn 43:8-9; 44:32-34; Ap 5:5).
2. José parecia destinado a ser a tribo principal no exercício da realeza, como continuidade do pai, Jacó, em seu aspecto reinante. No entanto, a partir de Gênesis 43, vemos uma transferência dessa incumbência e da representação do reino de Deus de José para Judá (Gn 38:11-12; 43:8- 9; 44:32-34).
3. Por meio de sua nora Tamar, Judá percebeu a importância da descendência. Com sua atitude, Tamar suscitou descendência para Judá, e Deus a honrou. Esse episódio evidencia o valor que Deus atribui à frutificação. Ele deseja que sejamos fecundos, para que Sua vida se multiplique e, assim, Ele exerça Seu domínio sobre a terra (Gn 1:27-28; 12:2; 13:16: 38:25-30).
4. “Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos, glorificando-O, e Ele se tornou o Espírito, pronto para dar água às pessoas. É essa água que dá vida. Hoje temos a vida de Deus em nós, porque Ele se tornou o Espírito, e essa água sacia a nossa sede” (Jo 7:37-39) (Alimento Diário, livro 8, semana 4, segunda-feira, pág. 59-60).
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