1. Embora existam muitas interpretações válidas a respeito da vontade de Deus, hoje o Senhor deseja que estejamos alinhados num único foco e direção: Cristo encabeçar todas as coisas, as do céu e as da terra. Essa é a revelação que Ele nos concedeu acerca do mistério da Sua vontade, e devemos permanecer focados em cumpri-la até o fim dos tempos (Ef 1:9-10).
2. Após a morte e a ressurreição, Cristo assentou-se à destra de Deus, acima de todas as coisas, para exercer domínio sobre elas. Contudo em Hebreus vemos que essas coisas ainda não estão sujeitas a Ele. Para que a vontade de Deus se cumpra, é necessário que nós, como igreja, estejamos plenamente encabeçados por Cristo, a fim de levar esse encabeçamento a toda a terra por meio da pregação do evangelho do reino (Ef 1:19; Sl 110:1-2; Mt 22:44; Mc 12:36; Lc 20:42-43; At 2:34-35; Hb 2:7-9).
3. O fato de José ter sido vendido para o Egito foi um arranjo soberano de Deus, pois, do contrário, muito provavelmente toda a sua família teria morrido de fome. Assim, o papel de José foi preservar a vida de Jacó e de sua descendência, para que se cumprisse o propósito de Deus de obter um povo a partir da linhagem de Abraão, Isaque e Jacó (Gn 45:5).
4. “Assim como a corça busca água para sua sobrevivência, essa deve ser nossa atitude para com a palavra; precisamos suspirar por ela. Ao fazer imersão na palavra, nossa postura deve ser a de quem precisa ardentemente dela para sobreviver. Suspiramos de forma ofegante, qual corça suspira pelas águas correntes. Devemos viver como alguém dependente da palavra de Deus. Podemos até ser privados de outras coisas, mas devemos ser dependentes da palavra” (At 7:38) (Alimento Diário, livro 9, semana 2, segunda-feira, pág. 24).
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