1. Jacó considerou como seus a Efraim e Manassés, filhos de José, os quais passaram a ter parte na herança. Os primeiros filhos de Jacó perderam o direito à primogenitura, e Judá foi contado como primogênito, portanto a realeza foi dada a Judá. Cristo, o Rei do reino de Deus, é descendente de Judá, é o Leão da tribo de Judá, para herdar o reino (Gn 48:5; Gn 49:10; 1 Cr 5:2; Mt 1:2-3; Hb 7:14).
2. Quando Isaque abençoou Jacó, estava velho e já não podia mais ver. Além do envelhecimento físico, Isaque também tinha envelhecido espiritualmente, já não tinha mais a sensibilidade espiritual e confundia todas as coisas. Não era o caso de Jacó, que, apesar de velho em idade, obscurecido de seus olhos físicos, tinha muita clareza em seu discernimento espiritual (Gn 27:1-35; 48:10-11).
3. Jacó testemunhou que Deus o havia sustentado durante toda a sua vida e que ele andava na presença de Deus. Quem anda na presença de Deus tem a primogenitura e faz a vontade de Deus acontecer. Também podemos testemunhar que Deus, em cuja presença nós andamos, é quem nos trouxe até o dia de hoje, por meio de Seu arranjo divino (Gn 48:15).
4. “Considerando todo o contexto, podemos notar a falta de discernimento e maturidade de Isaque em sua velhice. Ele sabia da escolha de Deus, mas ainda assim tencionou entregar a bênção divina ao filho errado por causa de uma preferência natural. Isso é muito sério. Por isso Deus interveio naquela situação. É muito importante que nós, os que servimos ao Senhor em Sua obra, aprendamos essa importante lição sobre maturidade e discernimento espirituais” (Gn 25:24-26) (Alimento Diário, livro 9, semana 4, quinta-feira, pág. 65).
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