1. Não sei como você reage às situações: se tende à vingança ou se guarda ressentimento e rancor. Isso não lhe faz bem. Quando esses sentimentos permanecem, revelam raízes de amargura que precisam ser arrancadas. Por isso, pratiquemos sempre o bem, uns para com os outros e para com todos, não importa o que nos façam. Quem alimenta rancor perde a alegria e não consegue expressar verdadeira satisfação (1 Ts 5:15-16).
2. Além de invocar o nome do Senhor e de ruminar Sua palavra, temos outras ferramentas: a câmara de energização, a imersão refinada e o grito de guerra. Tudo isso nos auxilia a orar sem cessar, pois a Palavra é como rio de águas vivas que nos conduz à presença do Senhor. Também precisamos aprender a dar graças em todas as circunstâncias. E você, tem reclamado diante de Deus? Não sejamos assim. Enquanto insistimos na murmuração, permanecemos presos ao problema (1 Ts 5:17-18).
3. Não podemos apagar o espírito. O segredo para ser cheios do Espírito é falar entre nós a palavra de Deus, permitindo que ela circule continuamente. Não despreze a palavra que Deus fala por meio dos profetas. É ela que nos mantém vivos, dá sentido à nossa vida, traz direção, nos alimenta e nos capacita a executar a obra de Deus (1 Ts 5:19-20).
4. “Muitas vezes queremos fazer o bem, mas não conseguimos, porque tentamos realizá-lo pela força natural. O segredo é permitir que o velho homem morra e que o novo homem viva em novidade de vida, em ressurreição. Como é isso na prática? É viver no espírito […] Quem define essa inclinação é a mente. Ela tem poder decisório. Se ela é colocada no espírito, experimentamos vida e paz; se é posta na carne, o resultado é morte” (Rm 8:5-9) (Alimento Diário, livro 7, semana 3, sabádo, pág. 52).
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