1. José teve dois filhos: Manassés, o primogênito, e Efraim. O nome “Efraim” significa “duplamente frutífero”, simbolizando que tudo o que Deus permitiu que José enfrentasse ao longo da vida tinha um propósito: torná-lo frutífero em medida abundante. Da mesma forma, o Senhor tem um objetivo em tudo o que passamos: aperfeiçoar-nos para frutificar para Ele e cumprir o Seu propósito (2 Co 4:17-18).
2. O fato de José ter tomado Asenate, uma egípcia, por esposa, pode simbolizar Cristo que, rejeitado por Israel, tomou dentre os gentios a igreja para Si. No Antigo Testamento, os gentios não faziam parte do povo de Deus; contudo, por meio da obra de Cristo na cruz, fomos inseridos na família da fé e hoje participamos da promessa feita a Abraão (Mt 21:42-43; 23:37-39).
3. Deus confiou ao apóstolo Paulo a responsabilidade de despenseiro, isto é, o encarregado de administrar, guardar e distribuir os mantimentos da casa. Não podemos ser negligentes nem desperdiçar os recursos que o Senhor nos confiou. Como administradores fiéis, devemos levar as insondáveis riquezas de Cristo às pessoas, pois muitos carecem de alimento espiritual (1 Co 9:16-17; Ef 3:8).
4. “Apartar-se de Abraão resultou em maldição após maldição. O ressentimento cultivado por gerações levou os descendentes de Ló a se opor ao povo de Deus (Dt 23:4). Isso é extremamente perigoso. Quem se afasta da bênção, muitas vezes, volta-se contra ela. Por isso não sigamos esse caminho. Permaneçamos perto da bênção, perto da palavra e da presença do Senhor” (Alimento Diário, livro 8, semana 2, sábado, pág. 35).
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