1. José havia sonhado que os irmãos se prostrariam diante dele e, quando desceram ao Egito, isso se cumpriu. Como administrador, agiu com responsabilidade e prudência, não facilitando a situação em favor dos irmãos, pois precisava preservar os interesses do Egito. Da mesma forma, devemos ser fiéis e prudentes com tudo o que o Senhor nos confia (Gn 37:5-7, 9; 42:6- 11; Mt 25:21).
2. Para cumprir seu encargo, José precisou agir com firmeza, permitindo que os irmãos passassem um tempo na prisão. Ali, reconheceram que a situação estava relacionada ao que haviam feito contra ele no passado. Simeão, que já havia agido com violência em Siquém, possivelmente foi quem mais incitou o mal contra José e, por isso, permaneceu preso até que os demais provassem sua palavra, retornando com Benjamim. Apesar de tudo, José chorou, pois os amava. O Senhor disciplina a quem ama (Gn 42:15-24; 49:5-7; Hb 12:6).
3. Jacó relutou em permitir que Benjamim fosse ao Egito, temendo por sua vida. Mesmo quando o alimento se esgotou e a fome voltou, ele permaneceu resistente. Então, Judá se levantou com firmeza e assumiu a responsabilidade de preservar a família. Embora José ocupasse posição elevada, é a partir dessa atitude que vemos Judá emergir como líder entre os irmãos. Ele se tornou a tribo da realeza, da qual veio o Senhor Jesus, o Leão da tribo de Judá (Gn 43:1- 9; 49:10; Ap 5:5).
4. “Abraão chegou a cem anos quando Deus lhe deu um filho, Isaque: ‘E disse Sara: Deus me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo’ (Gn 21:6). Daí o significado do nome de Isaque: ‘ele ri’. Sara riu por causa da impossibilidade de gerar um filho, porém o Deus Todo-Poderoso, que apareceu a Abraão, é capaz de ressuscitar os mortos e trazer à existência as coisas que não existem (Rm 4:17). Isso não é maravilhoso?” (Alimento Diário, livro 8, semana 3, sexta-feira, pág. 51).
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