(Minutos 30:20 a 42:13 da mensagem)
1. Quando a palavra dos apóstolos passou a ser depreciada, surgiu na igreja em Jerusalém um grupo de judaizantes que defendia que a igreja deveria voltar às práticas da lei. Com essa mistura, já não consideravam necessário ouvir a palavra profética transmitida por Pedro. Quando a igreja deixa de valorizar o canal que Deus escolheu para falar, a obra de Deus é prejudicada. Paulo também foi rejeitado pelos judaizantes e, mais tarde, João foi rejeitado por líderes apegados à própria posição. Toda degradação começa quando se deixa de aceitar o canal escolhido por Deus para falar (At 15:1, 5; 3 Jo 9).
2. Moisés tinha o endosso de Deus para falar em Seu nome. Foi servo fiel em toda a Sua casa e não ousou acrescentar nada ao que Deus havia falado. Sua falha ao ferir a rocha duas vezes foi a razão pela qual não entrou em Canaã. Deus honra o homem que usa, mas é rigoroso quando ele deixa de ser fiel. Deus restaurou entre nós a palavra profética, que deve ter protagonismo, pois é por meio dela que Sua obra avança. A igreja está convicta de que essa palavra traz prosperidade e continuará fiel a ela (Nm 12:7-8; 2 Pe 1:19, 21).
3. No Sinai, houve trovões, relâmpagos, espessa nuvem, forte clangor de trombetas e grande tremor do monte. Deus fez questão de que o povo, que estava convicto de que podia obedecer às Suas ordens, percebesse a própria pequenez e reconhecesse a grandiosidade divina. O povo reconheceu Moisés como mediador, pois temia morrer ao ouvir Deus falar. Tudo isso tinha o propósito de levar o povo a temer o Senhor. Não sejamos arrogantes: Deus é muito superior a nós, e devemos nos prostrar diante Dele (Êx 19:16; 20:18-19. Dt 5:4-7; Is 55:8-9).
4. “Quando Jacó foi chamado por José para descer para o Egito, ainda que parecesse lógico acatar esse convite, considerando que existia fome na terra, Jacó consultou o Senhor. Isso nos mostra que, mesmo que a solução seja lógica a nossos olhos, nós ainda devemos consultar o Senhor” (Gn 46:1) (Alimento Diário, livro 15, semana 1, quarta-feira, pág. 10).
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